A constitucionalidade da Lei 14.285/21: os impactos nas áreas de preservação permanentes em área urbana consolidada
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Faculdade de Direito de Vitoria
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O Código Florestal Brasileiro tem passado por revisões visando aprimorar a
proteção ambiental e cumprir o mandato constitucional de um meio ambiente
sustentável. A Lei n. 14.285/21 introduziu flexibilizações nas regras de proteção
de Áreas de Preservação Permanente em áreas urbanas consolidadas. O
objetivo desse trabalho é analisar e verificar se houve retrocesso ambiental
diante da promulgação dessa lei e se isso fere os direitos constitucionais ao meio
ambiente sustentável. Propõe-se, assim, por meio do método dedutivo e técnicas
procedimentais bibliográficas, a partir da Lei n. 14.285/21, estabelecer as
consequências da aplicação frente ao meio ambiente e a proteção das áreas de
preservação permanente em áreas urbanas consolidadas. Uma das questões
reside na falta de clareza conceitual na nova legislação, em contraste com a Lei
6.766/79, que estabelece limites mais rígidos que o Código Florestal Brasileiro.
Além disso, a delegação de competência aos municípios para ajustar os limites
nas áreas de cursos d'água gera questionamentos sobre a fragilização das
normas ambientais em favor de interesses locais, o que pode ser incompatível
com os princípios constitucionais consagrados nos artigos 24, 30 e 225 da
Constituição Federal. Este estudo buscará esclarecer essas questões em
relação às mudanças recentes na legislação ambiental brasileira
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DAROS, Bruno Neres. A constitucionalidade da Lei 14.285/21: os impactos nas áreas
de preservação permanentes em área urbana consolidada. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) - Faculdade de Direito de Vitória, Vitória, 2023.
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