O dever fundamental de preservar a incolumidade das pessoas (art. 144, CRFB/88) e a atuação na prevenção de suicídios: o caso da Terceira Ponte - Rodosol/ES
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Faculdade de Direito de Vitoria
DOI
10.12957/rdc.2019.35983
Abstract
O presente artigo buscou analisar se a Rodosol, concessionária que administra a Ponte Deputado
Darcy Castelo de Mendonça (Terceira Ponte), tem ou não o dever fundamental de preservar a
incolumidade das pessoas (art. 144, da CRFB/88), atuando na prevenção dos suicídios que ocorrem
no local. Além disso, analisou-se quem arcaria com os custos dessas medidas preventivas
implementadas. O método empregado foi o estudo de caso, tendo em vista que os casos de suicídios
que acontecem na Terceira Ponte/ES mostram-se como um fenômeno atual, inserido na realidade
do Estado do Espírito Santo. Ao final, foi possível chegar à conclusão de que a concessionária
Rodosol, uma pessoa jurídica, também possui o dever fundamental de preservar a incolumidade das
pessoas, atuando na prevenção dos suicídios que ocorrem na Terceira Ponte, tendo como base dois
direitos previstos na Constituição, quais sejam: o direito à vida e à segurança pública. Verificou-se,
ainda, que o dever fundamental de preservar a incolumidade das pessoas é de responsabilidade de
todos. Assim, com equidade, entendeu-se que o custo oriundo das medidas específicas adotadas
para prevenir os suicídios que ocorrem na Terceira Ponte, deverá ser arcado por toda a sociedade,
por meio da receita pública
Description
Citation
PEDRA, Adriano Sant’Ana; ULIANA, Eduardo Bergamim. O dever fundamental de preservar a incolumidade das pessoas (art. 144, CRFB/88) e a atuação na prevenção de suicídios: o caso da Terceira Ponte - Rodosol/ES. Revista de Direito da Cidade [online], v. 11 n. 2, p. 12-37, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.12957/rdc.2019.35983
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