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A institucionalização das pessoas com deficiência no Brasil: uma análise sob a ótica da Bioética

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Publisher

Faculdade de Direito de Vitoria

DOI

10.26512/rbb.v14iedsup.24233

Abstract

Trata o presente artigo da análise, sob a ótica da bioética e dos direitos humanos, da situação de institucionalização em que ainda vivem milhares de pessoas com deficiência no Brasil. Dez anos após a ratificação da Convenção sobre o Direito das Pessoas com Deficiência (CDPD) da ONU e seu protocolo facultativo, pelo Estado Brasileiro e, dois anos de vigência da Lei Brasileira de Inclusão (Lei n° 13.146/15) que reconhecem a esse grupo o direito de viver incluído em sociedade, a institucionalização ainda é uma realidade no Brasil, segundo dados do relatório da Human Rights Watch, divulgado em maio de 2018. Com o tema “Eles ficam até morrer: uma vida de isolamento e negligência em instituições para pessoas com deficiência no Brasil. ”, o relatório denuncia que no país existem 2.998 instituições de acolhimento para crianças, das quais 2.537 abrigam crianças com deficiência. A vida em instituições é limitadora dos direitos fundamentais dessas pessoas, condenando-as a viver segregadas. Programas estatais advindos com a política de desinstitucionalização são incapazes de incluir essas pessoas na sociedade, pois esbarram nas barreiras físicas e atitudinais impostas pela sociedade

Description

Citation

BUSSINGUER, Elda Coelho de Azevedo; ARANTES, Maristela Lugon . A Institucionalização das Pessoas com Deficiência no Brasil: uma análise sob a ótica da Bioética. Revista Brasileira de Bioética [online], Brasília, v. 14, p. 33, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.26512/rbb.v14iedsup.24233

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