A preservação da integridade das provas digitais durante a fase de inquérito policial e os reflexos na sua admissibilidade
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Faculdade de Direito de Vitoria
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O presente trabalho tem como objetivo analisar a importância da preservação da
integridade das provas digitais durante a fase de inquérito policial e os reflexos de
sua admissibilidade no processo penal brasileiro. Com o avanço tecnológico e a
crescente digitalização das relações sociais, as provas eletrônicas tornaram-se
elementos centrais nas investigações criminais, exigindo novos cuidados quanto à
sua coleta, armazenamento e autenticidade. Adotou-se o método dedutivo, com
base em pesquisa bibliográfica composta por doutrina, legislação e jurisprudência.
Inicialmente, abordou-se a evolução da prova penal e as peculiaridades das provas
digitais, destacando sua natureza imaterial e volátil. Em seguida, analisou-se o
instituto da cadeia de custódia, previsto no artigo 158-A do Código de Processo
Penal, como mecanismo essencial para garantir a integridade dos vestígios digitais.
Por fim, examinou-se as consequências da quebra dessa cadeia sob a ótica da
teoria dos frutos da árvore envenenada, evidenciando-se que a violação da
integridade probatória pode acarretar a nulidade da prova e comprometer a justiça
penal. Conclui-se que a observância rigorosa da cadeia de custódia é imprescindível
para assegurar a legitimidade do processo penal em tempos de transformação
digital.
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Citation
PREZOTTI, Enrico Alvarenga. A preservação da integridade das provas digitais durante a fase de inquérito policial e os reflexos na sua admissibilidade. 2025. 42f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Faculdade de Direito de Vitória, Vitória, 2025.
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