Animais de companhia como sujeito constitucional: a integração dos animais à noção de sujeito constitucional brasileiro e as consequências dessa nova concepção
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Faculdade de Direito de Vitoria
DOI
10.55905/rcssv12n8-010
Abstract
Sob a ótica constitucional e para além do que estabelece o artigo 225, Parágrafo primeiro,
Inciso sétimo da Constituição Brasileira sobre direitos dos animais, cuidamos de buscar
traçar de forma dialética, a partir da leitura do livro: A Identidade do Sujeito
Constitucional, escrito por Michel Rosenfeld a posição dos animais de companhia no
ordenamento jurídico brasileiro a fim de investigar se estes animais podem, à luz da
Constituição Federal de 1988, serem considerados Sujeitos Constitucional. Para isso, o
presente artigo foi dividido em três capítulos. No primeiro cuidamos de tratar sobre o
contexto histórico legislativo brasileiro, na sequência, tratamos da identidade animal
como sujeito constitucional e no terceiro, tratamos das consequências dessa nova
concepção. Assim, a partir da pesquisa realizada com base na doutrina, dados censitários,
jurisprudência brasileira e na lei, verificamos ser crescente a escalada do reconhecimento
dos animais como parte integrante da realidade social que vivenciamos e, que ao Direito
socorre à necessidade de atualização da legislação atual tocante ao tema.
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Citation
FRAGA, Cláudia da Silva Thomazine; COURA, Alexandre de Castro. Animais de companhia como sujeito constitucional: a integração dos animais à noção de sujeito constitucional brasileiro e as consequências dessa nova concepção. Revista Caribeña de las Ciências Sociales, Miami, v. 12, n. 8, p. 3582-3597, 2023. DOI: 10.55905/rcssv12n8-010. Disponível em: https://ojs.southfloridapublishing.com/ojs/index.php/rccs/article/view/3350/2505
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