A (in)constitucionalidade do uso do reconhecimento facial em espaços públicos e privados diante dos direitos da personalidade
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Faculdade de Direito de Vitoria
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Investiga e analisa a (in)constitucionalidade do uso do reconhecimento facial em
espaços públicos e privados diante dos direitos da personalidade por meio do
método dedutivo como abordagem de pesquisa para entender o tema e suas
implicações jurídicas. Com início na discussão sobre a ordem constitucional vigente
e a importância da tutela do ser humano e da plenitude de seus direitos, verificou-se
que o cerne do tema é um embate entre a segurança pública e os direitos da
personalidade. Em sequência, foram mostrados os principais argumentos a favor e
contra o uso do reconhecimento facial em espaços públicos e privados, discutindo
como o direito à privacidade e à proteção de dados pessoais se relaciona com o uso
dessa tecnologia. Na abordagem da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, foi
investigado que a lei em questão não regula o tratamento de dados pessoais
realizados para fins de segurança pública e que esses casos serão regidos por lei
específica com o objetivo de aplicar medidas proporcionais e estritamente
necessárias ao atendimento do interesse público. Como consequência, foi
apresentado possíveis soluções jurídicas para garantir o equilíbrio entre a segurança
pública e os direitos da personalidade no contexto do reconhecimento facial para
que seja garantido a segurança jurídica do ordenamento jurídico
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Citation
GARCIA, Khalil Pereira. A (in)constitucionalidade do uso do reconhecimento facial em espaços públicos e privados diante dos direitos da personalidade. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) - Faculdade de Direito de Vitória, Vitória, 2023.
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