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Escovando a história colonial a contrapelo: teoria da memória como base epistemológica para uma teoria crítica dos direitos humanos

Abstract

Este artigo tem como objetivo apresentar a interseção entre a teoria da memória de Walter Benjamin e o pensamento decolonial de Enrique Dussel como fundamentos epistemológicos para uma Teoria Crítica dos Direitos Humanos. Nesse sentido, a crítica ao progresso, defendida por Benjamin, e a crítica ao discurso colonizador eurocêntrico, empreendida por Dussel, permitirão a narrativa de uma nova história, de uma história “escovada a contrapelo” (BENJAMIN, 1994). A preocupação de ambas as teorias com as vítimas silenciadas pela história oficial, nos leva a propor uma teoria crítica dos direitos humanos que tenha em conta uma exigência de memória e de justiça para essas vítimas.

Description

Citation

MOREIRA, Nelson Camatta; OLIVEIRA, Antônio Leal de; CARNEIRO, Silvana Pereira. Escovando a história colonial a contrapelo: teoria da memória como base epistemológica para uma teoria crítica dos direitos humanos. Revista Direitos Humanos e Democracia, Ijuí, v. 9, n. 17, p. 194-210, jan./jun., 2021. Disponível em: https://doi.org/10.21527/2317-5389.2021.17.12146

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