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Responsabilidade da empresa tomadora de serviços: uma análise da terceirização depois da reforma trabalhista e da declaração de constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal

dc.contributor.advisor1Fonseca, Bruno Gomes Borges da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2942808481269302pt_BR
dc.contributor.referee1Siqueira, Vitor da Costa Honorato de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8144350087435349pt_BR
dc.creatorBassul, Isaque Tavares
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5691406535202598pt_BR
dc.date.accessioned2019-07-19T19:47:05Z
dc.date.available2019-07-11
dc.date.available2019-07-19T19:47:05Z
dc.date.issued2019-07-01
dc.description.abstractOutsourcing is not a peaceful issue for labor law, and some say that flexibilization of production methods by such an institute can lead to a precariousness of labor relations. It is imperative to point out that there have been recent changes in labor legislation that have greatly altered the way in which the triangular relationship between employee, service provider and service provider, should be regulated, since the aggregate changes to the Consolidation of Labor Laws and the Law n. 6,019 made it possible to outsource the end-activity of a company. In the same vein, the Federal Supreme Court considered this possibility to be constitutional, maintaining, however, the subsidiary responsibility of the company that took the services. In view of these events, what is being sought is to clarify how the responsibility of the service-taker can be interpreted in the face of the recent decisions of the Federal Supreme Court (ADPF 324 and RE 958252), which consider constitutional the outsourcing of end-activitypt_BR
dc.description.resumoA terceirização não é tema pacifico para o direito do trabalho, havendo quem diga que a flexibilização dos modos de produção por tal instituto pode acarretar precarização das relações de trabalho. Imperioso ressaltar que houveram alterações recentes na legislação trabalhista que em muito alteraram o modo como a relação triangular entre empregado, empresa prestadora de serviços e empresa tomadora de serviços, deverá ser regulada, uma vez que as alterações agregadas à Consolidação das Leis Trabalhistas e à Lei n. 6.019 tornaram possíveis a terceirização da atividade-fim de uma empresa. Na mesma esteira, o Supremo Tribunal Federal entendeu ser constitucional esta possibilidade, mantendo, contudo, a responsabilidade subsidiária da empresa tomadora dos serviços. Diante destes acontecimentos, o que se busca esclarecer é como a responsabilidade da empresa tomadora de serviços pode ser interpretada, diante das recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (ADPF 324 e RE 958252), que consideram constitucional a terceirização de atividade-fimpt_BR
dc.identifier.citationBASSUL, Isaque Tavares. Responsabilidade da empresa tomadora de serviços: uma análise da terceirização depois da reforma trabalhista e da declaração de constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federal. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) - Faculdade de Direito de Vitória, Vitória, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ri.fdv.br/handle/fdv/750
dc.languageporpt_BR
dc.publisherFaculdade de Direito de Vitoriapt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsFDVpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectTerceirização trabalhistapt_BR
dc.subjectAtividade-fimpt_BR
dc.subjectReforma trabalhistapt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
dc.titleResponsabilidade da empresa tomadora de serviços: uma análise da terceirização depois da reforma trabalhista e da declaração de constitucionalidade pelo Supremo Tribunal Federalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR

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